Conheci Alfredo Soveral Martins nos anos 70 em Coimbra. Professor universitário, advogado, homem dos livros.
Homem forte da Centelha, depois com a Cooperativa Fora do Texto, Soveral Martins foi grande impulsionador da cultura literária na cidade do Mondego. Um cidadão que não deixou ninguém indiferente.
António Heitor Cravo, outro homem dos livros, lembra-o como "marginal dos marginais, não era homem de tertúlias, tinha muito que fazer, como dizia, e não podia perder tempo em conversas de café`".
"Era um homem com uma capacidade de trabalho extraordinária", lembra António Heitor Cravo.
A sede da Centelha era no seu escritório, lembro-me.
Alfredo Soveral Martins nasceu em 1945 e faleceu em 1997.
Fica a memória de um homem extraordinário.

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