Quem faz da cultura o seu modus operandi e se torna militante desta causa, vê essa mesma cultura de forma diferente. A forma correta de ver e fazer cultura vai-se vendo em algumas autarquias mas não em todas.
Algumas autarquias olham para a cultura de forma sectária, tratam os agentes culturais como incapazes, não fazem o sue papel de militantes da cultura como seria de esperar. Valha-nos os exemplos contrários que me merecem apreço e consideração.
A propósito, merece aqui destaque a iniciativa da Câmara Municipal de Cantanhede, denominada GENTES DA NOSSA TERRA, e que durante dois meses, por todo o concelho, relembra Augusto Abelaira, escritor nascido em Ançã em 1926, bem como o trabalho cultural exemplar da Biblioteca Municipal de Cantanhede.
A CULTURA NÃO PODE SER FEITA DE FORMA SECTÁRIA. AQUI, NESTE BLOG, A CULTURA É VISTA COM OLHOS DE VER E É UMA CAUSA QUE SE VAI FAZENDO ACONTECER.
AINDA A TEMPO
Não foi esquecimento, foi estratégia e, assim, só agora refiro de forma positiva o Centro de Interpretação da Casa e Cultura Gandaaresa, no Seixo, a FOTOGRAFARTE, em Cantanhede, e a Associação Cultural Cândido Ferreira, em Febres. E, ainda, todos os militantes culturais que fazem o seu melhor pela cultura.








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