quinta-feira, 25 de junho de 2026

ANTÓNIO CARDOSO

 António Cardoso, poeta angolano, nasceu em Luanda a 8 de abril de 1933 e morreu em Lisboa a 26 de junho de 2006.

Foi uma referência da luta anticolonial e foi preso pela PIDE três vezes. De 1961 a 1974 esteve preso no campo de concentração do Tarrafal.

Presidiu à União dos Escritores Angolanos e, após a independência de Angola, exerceu funções superiores na Rádio Nacional de Angola e na Secretaria de Estado da Cultura.

António Cardoso é ainda citado em várias Antologias de Língua Portuguesa e de outros países da Europa.

"Poemas de Circunstância", obra de estreia do poeta no mundo literário angolano, em 1962, reúne os primeiros textos do autor angolano.


CRÉDITOS: WIKIPÉDIA, TEMPLO CULTURAL DELFOS


quarta-feira, 24 de junho de 2026

CLUBE DOS PENSADORES: 20 ANOS

 A 27 de março de 2025  assinalei aqui os 19 anos do clube dirigido por Joaquim Jorge, como se pode constatar.

Agora, hoje, é tempo de falar dos 20 anos do Clube dos Pensadores e sublinhar um extrato das palavras de Ana Durana, no jornal "O Cidadão". 

Aqui vai:

"Nem sempre concordo com tudo o que é dito. Nem todos os convidados me despertam o mesmo interesse. Nem todas as opiniões me convencem. Mas essa é precisamente a riqueza destes espaços. O objetivo não é confirmar as nossas certezas. É desafiar-nos a ouvir quem pensa de forma diferente."

Posto isto, só posso desejar os maiores parabéns ao amigo Joaquim Jorge.


HÁ SEMPRE UM AMANHÃ

 "HÁ SEMPRE UM AMANHÃ" é uma canção do grupo algarvio IRIS que, eu gosto muito.

Mas, o que me traz aqui é querer pegar nesse título e deixar um recado.

Há sempre um amanhã que seja positivo se lutarmos para que isso aconteça, se não adormecermos e nos calarmos quando somos alvo de faltas de respeito por parte do poder e do capitalismo.

Para que haja sempre um amanhã onde a democracia seja uma constante, vamos, nas ruas e seja onde for, continuar bem acordados e a lutar. Em união, sempre.

SÓ ASSIM PODEREMOS TER UM AMANHÃ DIFERENTE.

PARA CUMPRIR ABRIL.


terça-feira, 23 de junho de 2026

AS CRÓNICAS VÃO AOS CARAPELHOS

Depois de ter andado por muitos locais a norte e a sul, Mário Moreira vai estar nos Carapelhos, na Confraria Nabos & Companhia, este sábado a partir das 15h30.

E vem acompanhado do seu livro CRÓNICAS HISTORIOGRÁFICAS DE GASTRONOMIA, uma obra de que tem mais de 570 páginas e que nos mostra muito daquilo que o autor, nascido em Lourosa e a residir em Guimarães, pensa sobre este caminho da gastronomia.

Nesta sessão de apresentação, que este blog organiza e que a confraria apoia, teremos a apresentação do autor e da obra, momentos de leitura de alguns textos da mesma e conta-se com a presença de todos.

Este livro foi indicado para os Prémios Gourmand Awadrs 26. Na sessão o autor falará sobre estes óscares da gastronomia.

A vossa presença é importante.

Apareça. A cultura agradece.


segunda-feira, 22 de junho de 2026

GENTE QUE FAZ: JÚLIO COUCEIRO DE BARROS

 Professor de Inglês e Alemão, nasceu em Aveiro e, no primeiro ano e meio de vida, foi com os seus pais viver para Viana do Castelo. Seis anos depois regressou a Aveiro.

Quando acabou o Secundário, foi estudar para Coimbra e, depois, por motivos da sua profissão, viveu em vários sítios mas, recorda, "sempre com a sensação de estar de passagem."

Quando chegou a Mira a sensação foi diferente e escolheu esta terra para viver.

Quanto a escolas onde leccionou, Júlio Couceiro de Barros passou por Valença, Torre de Moncorvo, Chaves, Mirandela, Vila Flor, Oliveirinha e Fermentelos. Desde setembro de 1998 é efetivo na Escola Secundária de Mira.

EM 2006 foi convidado para ir leccionar na Escola Portuguesa de Díli, Timor Leste, e aceitou.

Recorda, "achei que era um desfio muito importante. Timor tinha passado há pouco tempo por um período de grande violência pós-referendo, as milícias indonésias mataram e destruíram tudo o que puderam antes de deixarem o território, e quando cheguei a Timor ainda havia casa em cinzas."

E continua dizendo que "foi um prazer poder contribuir  para o desenvolvimento daquele país e foi também uma grande lição de vida. Aquelas crianças não tinham nada, algumas viviam ainda em tendas de refugiados, mas tinham sempre um sorriso e eram felizes."

Ao todo, este aveirense de nascimento e mirense por adopção ficou sete anos naquele jovem país.

Depois disso, recebeu convite para a Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe que aceitou. Foi, diz, "novo desafio, desta vez em África, Uma realidade muito diferente de Portugal e muito diferente de Timor também."

Quanto a sonhos, "estes projetam-se  para esta fase da vida, a reforma já espreita, e em primeiro lugar espero continuar a aprender. Além disso, gosto de fazer voluntariado a ensinar inglês num país do Terceiro Mundo, onde posa ser útil ao desenvolvimento. Sim, sentir que sou útil é um projeto de vida."

Refere ainda que "a nível mais pessoal, quero passar mais tempo com as pessoas de quem gosto" e, no que toca a tempos livres, passa muito tempo a ler, pratica algum desporto, ginásio e natação na Piscina Municipal de Mira, ouve muita música, e viaja.

Sempre que pode, refere, "viajo, essencialmente viagens culturais, castelos, museus, visitas guiadas e idas ao teatro."

E, assim, aqui ficou o retrato de um homem que faz.

 

sábado, 20 de junho de 2026

CRÓNICA EM 3 ANDAMENTOS

 1 - Se o cidadão se cala, se deixa de opinar, de tomar partido e de lutar, as coisas não mudam para melhor. Porque, o que o cidadão permite faz com que tudo continue como está. 

Por isso, não se acomode.

2 - O facto de pensar, sobretudo em voz alta, faz com que incomode outros que não respeitam a minha opinião, ou a vossa.

Não se acanhem, usem o que têm mais à mão, seja um jornal, seja um blog, seja outro meio qualquer, e opinem, deixem a vossa democrática opinião.

3 - Faz parte do sistema, mal quanto a mim, enganar o eleitorado com promessas que sabem que não vão cumprir porque só servem para caçar votos.

E, tanta hipocrisia, começa a ser ridículo aparecerem certos candidatos, homens e mulheres, que, habitualmente "não conhecem ninguém" mas que, em tempo de eleições, são campeões em beijos e abraços. 


CRÉDITOS: PINTEREST

sexta-feira, 19 de junho de 2026

UM EVENTO PARA RECORDAR

 A 1 de junho de 2013, em Aveiro, o movimento Outro Carreiro levou a cabo um evento denominado REFLEXÕES PARA A SAÍDA DA CRISE, onde as intervenções estiveram a cargo de Armando Vieira, Camilo Mortágua, Garcia Pereira, Helena Libório, Raquel Varela e Ricardo Abrantes.

Dinamizar a intervenção cívica de todas as correntes de expressão, consciencializar a juventude para a urgência de uma intervenção cívica mais ativa, fazer de Aveiro o prenúncio de uma tomada de consciência social e política, foi o que organizadores pretenderam ao realizar este evento.

Na altura, era objetivo desta organização replicar a iniciativa pelas principais cidades da zona centro.

ANTÓNIO CARDOSO

 António Cardoso, poeta angolano, nasceu em Luanda a 8 de abril de 1933 e morreu em Lisboa a 26 de junho de 2006. Foi uma referência da luta...