Vai ser um dia em cheio e eu, com a FEIRA DE TROCA DE LIVROS, vou estar lá. Aproveite, leve um livro e traga de volta quantos quiser.
Entre as 10h e as 18h, apareça. Venha feirar.
Um espaço ativo de opinião, desassossegado, irreverente, incómodo, onde as ideias estão em movimento. E de cultura e memórias. Amigo dos livros e dos autores. Organizador de eventos culturais e políticos. Defende a unidade entre a Esquerda. Um blog solidário, que apoia quem faz, e de ABRIL e MAIO. Contra o racismo e a corrupção.
Vai ser um dia em cheio e eu, com a FEIRA DE TROCA DE LIVROS, vou estar lá. Aproveite, leve um livro e traga de volta quantos quiser.
Entre as 10h e as 18h, apareça. Venha feirar.
Há, no entanto, quem as queira desmentir, denegrir e até considerarem que são uma mentira.
Contar falsidades, atacar ABRIL e os que fizeram a revolução, e ainda quem pensa diferente, é o rosário de todos os dias nas redes sociais.
Pegando apenas numa das conquistas, liberdade de expressão, é caricato e estúpido que alguns a neguem quando, acordem!, é essa conquista que os deixa dizer ou escrever os disparates, as mentiras, as baboseiras, que fazem parte deles, da politiquice deles.
Mas, estão errados pois as CONQUISTAS DE ABRIL estão aí para as usarmos o melhor que podemos e para nos unirmos e continuarmos a lutar para que ABRIL se cumpra.
João Vilanova, nasceu em 1957, em Vila Pouca de Aguiar, e foi um autor e investigador que se debruçou sobre a história e a cultura da região onde nasceu e viveu.
Foi coautor, com António Gil, da obra histórica "Mui Nobre e Ilustre Terra de Aguiar" publicada pela Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar.
Este homem da cultura, professor de história, que tive o prazer de conhecer de perto, faleceu em 1994.
Depois da sua morte, a edilidade de Vila Pouca de Aguiar atribuiu-lhe, a título póstumo, a Medalha de Ouro do Município.
NOTA: DADO NÃO ENCONTRAR FOTO MAIS ADEQUADA, ESTE POST FICA COM O LOGOTIPO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR.
CRÉDITOS: WIKIPÉDIA
Numa iniciativa do Clube de Leitores de Mira, e com apoio do Museu Palheiros de Mira e da edilidade mirense, decorreu, no dia 11, no Museu Palheiros de Mira, na Praia de Mira, um evento onde Silvério Manata e Manuel Cidalino Madaleno falaram sobre o comboio de Mira.
Carlota Almeida, do clube organizador, referiu que o Manuel Cidalino fez uma boa exposição sobre alguns aspetos da linha de comboio e, depois, aconteceu um ótimo diálogo ente este e Silvério Manata, com elogios e provocações de ambos os lados."
O contraste entre as abordagens, a ficcional e a documental, a que as cerca de 20 pessoas presentes "assistiram com prazer", segundo Carlota Almeida.
Em suma, foi um sucesso e, ambos os convidados se mostraram disponíveis para outros evento do Clube de Leitores de Mira.
Mário Marques nasceu em Vila Nova, Outil, no concelho de Cantanhede, em 1956 e lembra "no seio de uma família sem privações".
Nos seus tempos livres, ele cozinha "uma atividade que me dá imenso gosto, adoro cozinha, não tendo nenhuma preferência gastronómica". Faz voluntariado "dou apoio aos vizinhos idosos e não só" e dedica-se à pintura. "Uma atividade que me dá muito prazer e me traz grande satisfações", refere.
Sendo um homem das artes, Mário Marques lembra que "interessei-me pela arte desde jovem, particularmente pelo desenho, e desenvolvi esta apetência como forma de contrariar algumas limitações físicas que resultaram de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que sofri em 2016."
E recorda que "os movimentos da mão direita ficaram comprometidos e, como terapia, tive de lhe dar "mais trabalho" e comecei, então, por fazer desenhos simples, flores, paisagens, figuras humanas que ao longo dos anos foram evoluindo. Depois, o gosto e a prática foram fundamentais".
Positivas para currículo deste cidadão que "fez os textos poéticos sobre cada Mulher retratada na exposição 25 mulheres de Abril, que foi inaugurada e esteve patente na Biblioteca Municipal de Cantanhede, em abril de 2024, assinalando o cinquentenário da Revolução de 25 de Abril. António Canteiro associou-se a esta homenagem com a sua escrita preciosa e ambos celebrámos, cada um na sua arte, a Revolução que trouxe a democracia a Portugal e algumas mulheres portuguesas que tiveram um papel fundamental nessa luta".
Mas, a sua colaboração com gente da escrita não ficou por aqui e lembra ter ilustrado "um conto infantil de Elisa Pedrosa, também ela autora do nosso concelho. Gostei muito desta experiência."
Mário Marques já recebeu outros convites para ilustrar outros livros, de poesia e infantis, e "a seu tempo procurarei responder a estes desafios", promete.
Sobre os anos que trabalhou, frisa que "sempre gostei de trabalhar nas várias atividades a que me dediquei, sempre numa área técnica. Fi-lo sempre com gosto e considero que, no âmbito das organizações onde exerci funções, fiz alguma diferença, pelo empenho e pela dedicação".
Sobre o futuro, "a nível pessoal, gostaria de ter saúde e que ela fosse extensiva aos meus familiares e amigos. A tosos, direi mesmo. Quanto ao futuro como cidadão, desejo muito que Portugal permaneça num quadro político onde imperem a Justiça, a Prosperidade e a Paz. Que os valores de Abril, nomeadamente, a Democracia, a Igualdade, a Paz Social e a Prosperidade da Economia possam ser uma realidade e que a minha passagem por este mundo, tenha contribuído para um mundo melhor".
Assim, ficou aqui o retrato de um homem que faz.
Conheci Alfredo Soveral Martins nos anos 70 em Coimbra. Professor universitário, advogado, homem dos livros.
Homem forte da Centelha, depois com a Cooperativa Fora do Texto, Soveral Martins foi grande impulsionador da cultura literária na cidade do Mondego. Um cidadão que não deixou ninguém indiferente.
António Heitor Cravo, outro homem dos livros, lembra-o como "marginal dos marginais, não era homem de tertúlias, tinha muito que fazer, como dizia, e não podia perder tempo em conversas de café`".
"Era um homem com uma capacidade de trabalho extraordinária", lembra António Heitor Cravo.
A sede da Centelha era no seu escritório, lembro-me.
Alfredo Soveral Martins nasceu em 1945 e faleceu em 1997.
Fica a memória de um homem extraordinário.
As diversas obras do autor mirense João Frada vão estar presentes para venda, dia 26 de setembro, das 14h30 às 18h30, no Museu do Território da Gândara, em Mira, no evento, organizado pela Cor do Luar, e que se denomina NA MIRA DOS LIVROS.
Este evento tem apoio do respetivo museu e da Câmara Municipal de Mira.
Fica o recado: os amigos do autor, os amigos dos livros, podem e devem aparecer e participar neste evento.
Este sábado, 19 de setembro, o programa da imagem vai acontecer na Lagoa, no Sítio do Cartaxo. Vai ser um dia em cheio e eu, com a FEIRA DE...