sexta-feira, 30 de agosto de 2024

RACISMO

 Já não bastava ouvirmos certos senhores da política, extrema direita, é claro!, a lançarem atoardas racistas sobre os estrangeiros que vieram viver para o nosso país, quando começa a ouvir-se em surdina, aqui bem perto de nós, mentiras sobre esses, sobretudo os brasileiros, e sobre, imagine-se, as igrejas que eles frequentam.

A ignorância de uns quantos, a par com as falsidades que abundam nas redes sociais, e até que se ouvem nas televisões, começam a ser motivo para estarmos alerta.

O racismo existe. É preciso continuar a combatê-lo.

terça-feira, 27 de agosto de 2024

É PRECISO AGIR

 Quando vimos que há por aí cidadãos que não colocam a sua cidadania em ação, quando ouvimos dizer mal de tudo e de todos só porque sim e as palavras ficam encerradas, quando vimos os que se calam estejam as coisas bem ou estejam mal, quando as atoardas com cheiro a um passado negro e bafiento invadem as redes sociais e as conversas de café, então...

É preciso agir!

É preciso lutar!

É preciso colocar a cidadania em movimento!

É preciso dar as mãos e avançar!

É preciso sentir ABRIL e caminhar!


segunda-feira, 26 de agosto de 2024

AS IDEIAS REVOLUCIONÁRIAS E OS JORNAIS

 Os jornais sempre foram muito importantes nas revoluções.

Marx deu os elementos básicos de uma tática que serviu para que Lenine tenha esboçado o seu pensamento acerca da organização. E aqui o jornal passou a ter o papel fundamental. 

Ele foi a base não só para difundir as ideias revolucionárias, mas da própria organização revolucionária.

Hoje, não é muito diferente e, pelo mundo, as organizações comunistas, filiadas na Internacional Comunista Revolucionária, não descuraram esse instrumento e fazem dos seus jornais difusores da ideia revolucionária.

Em Portugal, o Coletivo Comunista Revolucionário tem também o seu: o jornal REVOLUÇÃO.





BINGRE

Francisco Joaquim Bingre, ou, de forma mais abreviada, FJ Bingre, foi poeta arcádico, tendo pertencido à Nova Arcádia com Bocage e outros.

Nascido em Canelas, Estarreja, a 9 de julho de 1763, o poeta viveu em Mira.

Sócio número 1 e fundador da Academia de Belas Letras, o poeta usou como pseudónimos


 literários os nomes de Francélio Vouguense e Cisne do Vouga.

Editou os jornais Búzio Mirense e Noticias Telegráficas e colaborou com vários jornais, entre eles O Eco, O Imparcial, O Nacional e O Correio.

A Filarmónica da sua terra tem o seu nome, Sociedade Musical e Recreativa Banda Bingre Canelense.

Faleceu a 26 de março de 1856, em Mira. Encontra-se sepultado no jazigo dos Bingre do Amaral, seus descendentes diretos.

O poeta e jornalista Luís de Miranda Rocha foi o maior divulgador do poeta e da sua obra.




 


sábado, 24 de agosto de 2024

ESTAMOS SEMPRE A APRENDER

 Costuma dizer-se que se aprende muito com quem diz que não sabe nada.

Num qualquer encontro entre dois ou mais amigos, geralmente durante o habitual café da manhã, o que se vai conversando é, sempre, sinónimo de que alguma coisa se aprende.

Os muitos anos de vida a que se junta uma dose bem grande de atividade, seja cultural, desportiva, social, política, ambiental ou outra qualquer, dão-nos a certeza de que esse muito conhecimento nos leva a aprender alguma coisa com o outro.

Seja no café, no bar da grande superfície, num encontro na rua ou em qualquer tertúlia, estamos sempre a aprender.

Como dizia Lenine, "aprender, aprender, sempre!"

Valorizar o que aprendemos com o outro é muito importante.

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

UMA SIMPLES PERGUNTA

 Quando se tem na Madeira um fogo destruidor que lavra há mais de uma semana e o líder máximo da região se marimba e continua de férias lá no Porto Santo, isso é o quê?

terça-feira, 20 de agosto de 2024

RELEMBRANDO A CULTURONA

 A CULTURONA - Fábrica de Comunicação existiu na Avenida D. Carlos I, em Lisboa, e eu fui visita assídua muitas vezes.

Passados mais de 40 anos, recordo esse projeto coletivo que, como referiu Pedro Correia, no Aventar, "foi o projeto mais excitante que surgiu no pós - processo revolucionário em Portugal".



Ali pude conviver com amigos, tais como Luigi Abbondanza, Eduarda Abbondanza, João Grosso, José Segura, entre outros.

Ali funcionava o CHOR (Coletivo de Homossexuais Revolucionários), o Teatro Emarginato, o
grupo de teatro "Papa Léguas", e ali também decorria a Feira do Desenrasca. E, também, alguns artesãos.

E pela noite dentro, grandes conversas juntavam os amigos.

Foi um projeto de esquerda que faz bem lembrar.




AS CRÓNICAS VÃO AOS CARAPELHOS

Depois de ter andado por muitos locais a norte e a sul, Mário Moreira vai estar nos Carapelhos, na Confraria Nabos & Companhia, este sáb...