terça-feira, 10 de dezembro de 2024

ESCOLHAS PACIFICAS OU TALVEZ NÃO

 A escolha dos cabeças de lista dos diversos partidos para a Câmara Municipal de Mira, nas próximas autárquicas, deve ser pacifica. Ou talvez não.

Do lado do partido que governa atualmente o concelho, a escolha pode não ser lá muito pacifica. Embora muitos apregoem que o candidato é o atual presidente, sabe-se que existem mais 2 ou 3 interessados no lugar. E, aí, a coisa pode tornar-se difícil.

Na oposição, no PS, parece-me que não haverá problemas e que a escolha será (mais ou menos) unânime.

Vamos ver.

Quanto ao partido que tem um deputado municipal, o Chega, não vejo que possam acontecer surpresas.




DIREITOS HUMANOS

 Hoje é o Dia dos Direitos Humanos. 

Direitos que muitos defendem e lutam por eles.

E em que outros os atropelam todos os dias.

Pensemos nisso. Façamos algo por estes direitos.



sábado, 7 de dezembro de 2024

MAIA ALCOFORADO, O REPUBLICANO

 José Francisco de Paula da Ressurreição Oliveira MAIA ALCOFORADO nasceu em Panoias, Ourique a 2 de abril de 1889.

Republicano, revolucionário, andou por muitas terras, foi perseguido e preso pela então PVDE, o nome da polícia fascista nesse tempo, e, como por vezes referia, foi atirado para Mira.

Aqui foi lutador, aqui escreveu, aqui fez intervenção associativa, aqui foi patrono da taça como o seu nome que era dada ao melhor marcador do Ala Arriba em cada época.

Colaborou em vários jornais, nacionais e regionais, trabalhou na Biblioteca Itinerante da Fundação Gulbenkian, foi membro da comissão executiva do Monumento aos Mortos da Grande Guerra.

Entre as várias homenagens, refira-se a realizada pelo Jornal da Gândara, em colaboração com a edilidade mirense, quando se colocou a placa na rua de Portomar que lhe tinha sido atribuída.

Também a realizada no Café Aliança, da responsabilidade do Movimento Cultura e Cidadania, e a mais recente na Biblioteca Municipal de Mira.

Autor de "Á Boca Pequena" e de, entre outros, "Cartas que Vogam" e "Poalha Doirada", Maia Alcoforado merece ser lido e descoberto pelas gerações mais novas.



QUE A POLÍTICA SEJA LEVADA A SÉRIO

Em 2025, ano de autárquicas, espero muito sinceramente que os partidos que dominam por cá, concelho de Mira, façam política séria e não embarquem na politiquice barata, no insulto gratuito.

Aqui não precisamos disso.

Precisamos, isso sim, que se faça tudo para dignificar a política, para engrandecer o concelho.

Precisamos de sentir que, ao longo do próximo ano, os partidos fazem tudo para nos elucidar sobre o que defendem para o concelho.

Se assim não for, então estarão a contribuir para que, cada vez mais, as pessoas se abstenham de participar, se abstenham de votar.

Que a política, por cá, seja levada a sério.

Darei o meu contributo para que isso aconteça.


Créditos: Diário Rombe


quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

É PRECISO CRIMINALIZAR O RACISMO E A XENOFOBIA

 O Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia, que junta 81 coletivos, anunciou que vai apresentar à Assembleia da República uma iniciativa para alterar o Código Penal e tornar crime todas as práticas racistas e xenófobas.


A iniciativa será apresentada a 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Segundo este grupo, "esta medida contribuirá para travar, de forma decisiva, o combate cultural e civilizacional contra o racismo" impondo a responsabilidade penal adequada.

COR DO LUAR, este blogue, está com este grupo nesta luta contra o racismo e a xenofobia.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

CASAS ABANDONADAS

 As denominadas casas do guarda, que eram ocupadas por guardas florestais, abundam pelo concelho de Mira.

Hoje, estão ao abandono, com telhados e paredes a cair, pois, ao longo dos tempos, quem deveria olhar por elas não fez.

O Estado esteve-se sempre nas tintas para este património.

A destruição, o abandono total, deixam cair estas casas de boa memória.



domingo, 1 de dezembro de 2024

PALESTINA LIVRE

 "Contra a impunidade, pela justiça, Palestina Sempre!" foi o mote para a concentração ocorrida ontem, em Lisboa, para "denunciar a impunidade vergonhosa de Israel e exigir que os representantes políticos façam uso do seu poder para responsabilizar Israel e para por fim a esta agressão sionista, na Palestina e no Líbano."

Enquanto os EUA tratarem Israel como o bom da fita, enquanto muitos olharem para o lado, as agressões sionistas continuarão.

Lutar, gritar bem alto por uma Palestina Livre é o que devemos continuar a fazer. 


Créditos: Manifesto 74


AS CRÓNICAS VÃO AOS CARAPELHOS

Depois de ter andado por muitos locais a norte e a sul, Mário Moreira vai estar nos Carapelhos, na Confraria Nabos & Companhia, este sáb...