Os velhos não são algo acabado, não são velharias. E são pessoas com saber acumulado ao longo dos anos, embora haja fulanos que os não valorizam.
Os velhos são cidadãos atentos, ativos e com memória. Seja nas associações, nos clubes literários, nas confrarias, na escrita (em jornais e em blogues), na organização de eventos, nos sindicatos... eles mostram a sua garra e a sua forma de ser.
Ser velho não é sinónimo de acabado, nem de coisa que não presta.
Acreditem, gosto muito de ser velho.
FOTO: CGTP-IN

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