Emídio Santana nasceu e morreu em Lisboa. 1906 foi o seu ano de nascimento e 1988 foi o ano da sua morte.
Foi um dos mais importantes militantes portugueses do anarcosindicalismo nos anoos 20, durante a clandestinidade e depois da Revolução dos Cravos. Foi autor de diversos ensaios sobre o anarcosindicalismo e o mutualismo.
Pertenceu ao Núcleo de Lisboa das Juventudes Sindicalistas, onde foi seu Secretário Geral, e foi Secretário Geral do Sindicato Nacional dos Metalúrgicos, filiado na antiga Confederação Geral do Trabalho.
Foi diretor do jornal A BATALHA e tive a oportunidade de o conhecer na festa do jornal em 1986.
A 4 de julho de 1937 foi um dos autores do atentado a Salazar quando este se deslocava a uma casa particular, do amigo Josué Trocado, em Lisboa, na Avenida Barbosa du Bocage, para assistir à missa.
Na sequência deste atentado, foi procurado pela PIDE e fugiu para Inglaterra. A polícia inglesa encontrou-o, prendeu-o e o enviou para Portugal. Condenado a 8 anos de prisão, e 12 de deportação.
Foi libertado a 23 de maio de 1963. Foi preso quatro vezes pela polícia fascista.
Integrou a Associação de Inquilinos Lisbonenses, e chegou a pertencer à sua direção.
Participou em comícios da CDE e da CEUD.
Porque a memória nunca se apaga, deixei aqui esta lembrança de um homem que não deixou ninguém indiferente.
CRÉDITOS: WIKIPÉDIA, LIVRARIA ULTRAMARINA, WOOK


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