quinta-feira, 16 de outubro de 2025

QUANDO A MEMÓRIA NÃO SE APAGA

 Aqueles dois amigos, um residente em Mira e o outro em Cantanhede, encontraram-se num espaço comercial da cidade marialvina e a  conversa aconteceu.

O DE MIRA: Então já sabes que vai ser feita uma homenagem ao Cândido Ferreira nos Carapelhos?

O DE CANTANHEDE: Sim, vi hoje uma notícia no Diário de Coimbra.


O DE MIRA: O interessante é vermos que uma associação, uma confraria e um blogue deram as mãos para uma causa muito positiva...

O DE CANTANHEDE: Pelo que li, naquele encontro dia 25 contam que apareçam muitos escritores, poetas e outros autores.

O DE MIRA: Sim. Parece que estará por ali, na Confraria, gente da escrita de várias localidades. Da Figueira da Foz, de Montemor, de Cantanhede, de Vagos, de Mira, da Anadia, da Mealhada e de Aveiro.

O DE CANTANHEDE: Eu ouvi dizer que é bem possível que possa aparecer gente que vem de mais longe.

O DE MIRA: Eu, como gosto muito de livros, e sempre admirei o homenageado, não vou faltar, até porque o  evento é aberto a quem quiser aparecer.

O DE CANTANHEDE: Claro que não vou faltar, pelos teus motivos e não só. É que eu admiro as pessoas que, independentemente de tudo, são capazes de se unir para que a memória não se apague.

Deram um abraço e despediram-se com um ATÉ DIA 25 NOS CARAPELHOS.

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